quinta-feira - 18 julho 2019

“Cristãos passivos são os maiores inimigos de Israel”, dizem líderes britânicos

“Cristãos passivos são os maiores inimigos de Israel”, dizem líderes britânicos

Não basta apenas sentir uma simpatia por Israel diante dos significados bíblicos e espirituais que a nação representa, é preciso ter voz ativa diante das decisões políticas que envolvem a nação, segundo líderes cristãos do Reino Unido.

A Aliança Europeia para Israel (ECI, na sigla em inglês), a representante de Bruxelas, Ruth Isaac, disse que aqueles que queriam culpar o governo britânico deveriam perceber que o maior obstáculo não é reunir apoio para Israel, mas fazer ouvir esse apoio.

“Não com os são nossos inimigos que precisamos nos preocupar, mas sim com a passividade e o medo entre muitos cristãos que apoiam Israel em seus corações, mas não se atrevem a expressar esse apoio publicamente”, disse Ruth Isaac, representante da Aliança Europeia para Israel (ECI, na sigla em inglês) em Bruxelas.

Muitos cristãos britânicos esperavam que o governo do Reino Unido estivesse alinhado com as decisões dos Estados Unidos em relação à Israel, depois de anunciar sua saída da União Europeia. No entanto, o governo britânico rejeitou o apoio à decisão dos EUA de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e cedeu à pressão da mídia.

No início da semana passada, o secretário de Relações Exteriores do Reino Unido, Boris Johnson, se juntou a outros ministros dos Negócios Estrangeiros da UE, em Bruxelas, para pedir ao presidente dos EUA, Donald Trump, que ele mantivesse o acordo nuclear com o Irã. Na sexta-feira (12), Trump cancelou sua visita a Londres no próximo mês, como um sinal adicional das tensões com Washington.

Durante a conferência anual da ECI em Londres, membros da organização e especialistas cristãos pró-Israel falaram sobre os desafios e oportunidades a Terra Santa enfrenta após o Brexit e como os cristãos podem se tornar apoiadores mais eficazes de Israel em suas respectivas nações.

Um dos objetivos da conferência ECI foi encorajar os cristãos a serem amigos proativos de Israel, com a responsabilidade de pressionar seus líderes políticos a agirem de acordo com suas promessas.

“Nosso apoio para Israel é tão importante fora dos quatro muros da igreja quanto dentro deles”, disse o diretor-fundador da ECI, Tomas Sandell. “Mas, para ganhar a batalha pelas mentes e corações das pessoas, precisamos conhecer a história de Israel e seus fundamentos legais”.

Apesar das perspectivas negativas para 2018, o Diretor de Assuntos da ONU para a ECI, Gregory Lafitte, mostrou que o apoio internacional a Israel está crescendo nas Nações Unidas. O pastor britânico Alistair Scott também foi otimista. “Embora o Reino Unido esteja se preparando para um Brexit, o compromisso de ficar com Israel e com os cristãos de outras partes da Europa continua sólido”, afirmou.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO PORTAS ABERTAS

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