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A fé é uma força criativa e propulsora capaz de realizar obras extraordinárias. Também podemos definir a fé como uma lei, porque embora não sabendo como age o certo é que funciona. É o caso da lei da gravidade ou da atração universal e de tantos outros princípios que permitem ao homem realizar grandes feitos.

 
A fé nada tem a ver com a religião, porque acima de tudo é um conhecimento que se adquire pela experiência. Por esta razão, o incrédulo não passa de um ignorante porque é neófito e vive no obscurantismo.
 
Sabemos que Arquimedes gritou “eureka” quando experimentou que um corpo mergulhado num líquido de acordo com o seu volume recebia um impulso vertical de baixo para cima capaz de o fazer flutuar. A partir desta descoberta, grandes naus cruzam os oceanos e se encurtaram as distâncias de costa a costa.
 
A fé é por consequência uma certeza absoluta de factos comprovados pela experiência adquirida.
 
Um bebê, recém nascido, tem a certeza absoluta de que bebe o leite da mama da mãe e que deste ato depende a sua existência.
Nunca aprendeu mas a sua natureza a isso o inclina.
 
Na busca de quem somos, de onde viemos e para onde vamos, o homem experimentou uma angustiante incerteza que o conduziu  ao imaginário e inventou toda a sorte de crenças resultantes da incapacidade e do desespero sobre o seu existencialismo e da impossibilidade de entender a sua própria morte.
 
Certo dia, um amigo, convidou-me para ir visitar um pai de santo e para eu lhe falar de Jesus. Disse-lhe que iria vê-lo se ele me quisesse receber. Durante o percurso até à casa dele lá me foi confidenciando que era preciso estar bem preparado porque íamos lidar com o poder das trevas e lá me foi explicando tudo o que ele sabia sobre o que se denomina da Umbanda e da Kimbanda.
 
Enquanto falava comigo lembrei-me dos meus tempos de criança quando vivi em África e assisti a batuques e a certas manifestações de transe e de incorporações às quais nós chamávamos de folclore africano. Também pensei que as religiões cristãs eram dadas a certas experiências e rituais de mística, com o objectivo de se justificarem diante do Deus criador para o acalmar e ganharem o favor de serem ouvidos, como quem mercadeja oferta em troca de alguma coisa, seja a cura, emprego ou até a conquista de uma garota.
 
Entramos na casa “do pai de santo” e lá estava o homem sentado numa cama e depois das apresentações , comecei a falar-lhe  da minha fé em Jesus Cristo, seguindo o evangelho, ou seja, de que Ele morreu pelos nossos pecados, foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia e apareceu aos Seus discípulos, I  Co 15:1-5.
 
Quando terminei de anunciar o Evangelho verifiquei que o homem tinha acreditado no que eu disse pelo que o convidei a  receber Jesus pela fé e de imediato pedi-lhe que me desse todos os objetos de culto que ele tivesse em casa pois que já não eram necessários. Verifiquei, por momentos uma certa dificuldade e então disse-lhe que ele não se preocupasse que eu mesmo os recolheria num saco de lixo que me providenciaram e lá fui eu pela casa, conduzido pelo Espírito Santo, colocando objetos vários que estavam atrás de portas e em outros lugares e por derradeiro perguntei-lhe o que ele tinha mais para me entregar e isto porque era necessário que ele desejasse libertar-se e assim sucedeu.
 
Convidei-o a estar na igreja no dia seguinte com a sua família e assim aconteceu.
 
Contei esta narrativa para que o Leitor refletisse que a fé em Jesus Cristo é uma certeza que não confunde e que por ela temos  acesso, ao que está escrito:
 
 “Porque a lei do espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte, Rm 8:2“.
 
Finalmente, dir-se-á que existe a fé natural e a fé em Deus e que o homem pode com confiança nelas crer.
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